Filme Her (Ela)
A curiosa história de um homem que se apaixonou por uma máquina
Theodore Twombly, um homem introspectivo, trabalha escrevendo cartas de amor em nome de pessoas que têm dificuldade em expressar os próprios sentimentos. Quando se separa de sua esposa (um amor de infância), e começa a viver dias resumidos a jogos e solidão, Theodore faz da tecnologia sua nova e fiel companheira.
Assim que decide comprar um novo sistema operacional (OS) com inteligência artificial, o escritor escolhe um de personalidade feminina. O OS, apelidado por Twombly de Samantha, evolui e se adapta sempre que interage com seres humanos. É a partir dessas interações futuristas que surge um dos romances mais exóticos da história do cinema.
De forma curiosa, o escritor e a máquina se apaixonam. Amy, a melhor amiga de Theodore, o aconselha a não investir no romance "virtual" e vira alvo de ciúmes. Ao se verem envolvidos em um relacionamento excêntrico e cheio de conflitos sentimentais, nem mesmo Samantha, uma máquina precisa, consegue explicar como tudo foi possível.
O filme funciona como uma crítica ao valor exarcebado que é dado a tecnologia nos dias de hoje. As máquinas estão interferindo cada vez mais no relacionamento entre humanos. E o que mais assusta é perceber que talvez esse tipo de interação tecnológica não esteja muito longe da nossa realidade. É só olhar em volta. Aliás, você perguntou algo a Siri hoje?